Delta faz pedido histórico de 30 Boeing 787 e muda estratégia da frota internacional

A Delta Air Lines confirmou um pedido inédito de 30 aeronaves Boeing 787-10 Dreamliner, marcando uma virada importante em sua estratégia de frota de longa distância. É a primeira vez que a companhia decide incorporar o modelo 787 em suas operações regulares.
Além do pedido firme, a Delta também garantiu opção de compra para outras 30 aeronaves, o que pode elevar o total para até 60 Dreamliners nos próximos anos.
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O que torna esse pedido tão relevante
Até hoje, a Delta nunca operou aeronaves da família 787, mesmo tendo herdado encomendas antigas após a fusão com a Northwest Airlines. Agora, a companhia opta oficialmente pelo modelo, diversificando sua frota widebody, que vinha sendo fortemente concentrada em aviões Airbus.
O pedido reforça uma estratégia clara de:
- modernização da frota internacional
- maior eficiência operacional
- redução de custos por assento
- aumento da flexibilidade em rotas longas
Por que o Boeing 787-10 foi escolhido
O Boeing 787-10 Dreamliner é a maior versão do Dreamliner e se destaca por:
- menor consumo de combustível por passageiro
- alcance ideal para rotas transatlânticas e intercontinentais
- cabine moderna com melhor pressurização e conforto
- capacidade elevada sem necessidade de um avião ainda maior
Essas características tornam o modelo especialmente atraente para rotas com alta demanda e foco em passageiros premium.
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Quando os aviões começam a voar pela Delta
As entregas estão previstas para começar a partir de 2031, o que indica um plano de longo prazo. Esses aviões devem substituir gradualmente modelos mais antigos da frota, como alguns Boeing 767 e Airbus A330 mais antigos.
A expectativa é que os novos 787 recebam:
- cabines atualizadas
- configuração premium reforçada
- nova geração das suítes da classe executiva
- melhorias na experiência de bordo em todas as classes
Impacto para passageiros e para o mercado
Para quem voa com frequência, especialmente em rotas internacionais, a decisão sinaliza:
- mais oferta de assentos em voos longos
- aviões mais modernos e silenciosos
- maior conforto em viagens intercontinentais
- possibilidade de novas rotas no futuro
No mercado, o pedido também chama atenção por quebrar a predominância da Airbus na frota widebody recente da Delta, mostrando uma postura mais equilibrada entre fabricantes.
O que esperar daqui para frente
Com esse movimento, a Delta deixa claro que aposta no crescimento sustentável do transporte aéreo internacional nos próximos anos. A chegada do 787-10 deve fortalecer principalmente:
- rotas entre América do Norte e Europa
- voos de longa distância com alta densidade
- mercados estratégicos de conexão global
A decisão reforça que, mesmo com desafios globais, as grandes companhias continuam planejando expansão e renovação de frota no longo prazo.