A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) é a instituição responsável pela aprovação das vacinas contra a COVID-19 utilizadas nos programas de vacinação dos países europeus. Ela está prestes a incluir a vacina desenvolvida pela Sinovac na lista de imunizantes habilitados para o certificado sanitário da União Europeia (UE).
No Brasil, a Sinovac recebeu o nome de Coronavac. Ela é a vacina atualmente mais usada no programa de vacinação brasileiro. É também o imunizante de maior uso na América do Sul. Já na Europa, somente a Hungria e a Bulgária fazem uso da vacina.
Última atualização da EMA acerca da Coronavac
O site da EMA apresenta quatro vacinas em estado de revisão contínua: Sinovac, Sputnik V, CureVac e NovaVax. As já aprovadas pela instituição até o momento são as da Pfizer, Moderna, AstraZeneca e Janssen, as quais estão sendo usadas na Europa e consideradas válidas para justificar a entrada de estrangeiros vacinados no continente.
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A última atualização sobre a vacina da Sinovac aconteceu no dia 4 de maio. A EMA anunciou, nesta data, que estava iniciando uma análise em tempo real dos dados de segurança, qualidade e eficácia da vacina Coronavac. A página que contém as informações sobre a vacina pode ser acessada neste link.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) também está avaliando a Coronavac. Segundo este relatório da organização, publicado no dia 18 de maio, a vacina será aprovada ainda neste mês.
Liberação da Coronavac permitirá entrada de brasileiros na Europa
Viajantes vindos de países fora da UE estão sujeitos a uma série de restrições e procedimentos de entrada no continente. As medidas foram tomadas para tentar controlar a propagação do coronavírus nos países europeus enquanto o programa de vacinação acontece.
Entretanto, os países europeus pretendem flexibilizar algumas dessas restrições para garantir que o maior número possível de turistas adentre o continente durante o verão e movimente a indústria do turismo.
A aprovação sanitária da Coronavac pela EMA vai garantir a entrada dos brasileiros vacinados que não correspondem aos requisitos de entrada atuais. Eles poderão adentrar a Europa sem fazer quarentena e apresentar um teste RT-PCR negativo para a COVID-19.
Via: Reuters e Mercado & Eventos.